quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Strippers não conseguem distrair jogadores de “Counter-Strike”

Em uma das listas de e-mails das quais eu participo hoje pulou o seguinte e-mail: “Strippers não param jogos”. É lógico que eu corri para ver o que se tratava e se não era uma pegadinha (de muito mal-gosto, afinal, não se brinca com strippers), e foi isso que encontrei:

Todos sabemos o poder que o famoso jogo de PC “Counter-Strike” tem sobre as pessoas que o jogam. Este é um daqueles jogos que se pode dizer intemporais e que mesmo com o passar dos anos este continua a ser dos mais jogados na Internet. Na Rússia, um treinador de uma equipe de “Counter-Strike” decidiu contratar umas strippers para distrair os seus pupilos, mas, ao que parece, a coisa não correu como ele queria.







A lan-house em que decorria a batalha foi inundada de strippers. Estas entraram e começaram a meter-se com os rapazes que estavam a jogar “Counter-Strike”. Elas bem “brincaram” com eles, mas estes veteranos do “Counter-Strike” não descolavam os olhos da tela. Será que estes jovens desistiram das mulheres?

Impotentes perante o grande “Counter-Strike”, as meninas decidiram tirar a roupinha que estava a mais e fazer pequenas brincadeiras perto deles mas mais uma vez sem sucesso. Mesmo com elas a escassos centímetros, eles não descolaram os olhos dos monitores. Como vão poder ver pelas imagens muitos deles estão com cara de quem diz “Quem tem ‘Counter-Strike’ tem tudo”.




E eu ainda tento defender os gamers, falando que são pessoas normais e tals. Ledo engano…

(Agradecimento especial a Ewandro Schenkel, o provedor deste e-mail)

P.s.: Eu juro que a tarja preta na menina não é culpa minha…


Autor: Caio Teixeira

sábado, 31 de outubro de 2009

Aluna ofendida por usar mini-saia diz que não sairá da faculdade




A estudante Geise Vila Nova Arruda (foto), 20, disse nesta sexta (30) que não desistirá do curso de turismo da faculdade Uniban, no campus de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Ela está no primeiro ano. No dia 22, uma quinta, ela foi hostilizada pelos alunos da faculdade por estar usando uma mini-saia.
Geise admitiu que naquela dia estava com uma roupa inadequada para ir a escola, mas dali ela iria para uma festa. De qualquer forma, disse, nada justifica o que houve.

“Se eu não voltar para a faculdade, vou assumir uma culpa que eu não tenho”, disse.

O tumulto começou quando Geise, já em sala de aula, saiu com uma amiga para ir ao banheiro, chamando a atenção dos estudantes. Formou-se uma aglomeração diante da porta do banheiro, e Geise foi xingada por estudantes. Ela temeu ser agredida, se saísse.

A direção da escola teve de chamar policiais militares para tirá-la da escola vestida com um jaleco de professor. Os policiais tiveram de gás de pimenta abrir caminho e Geise teve de passar por estudantes que gritavam: “Puta, puta, puta!”

“Eles estavam possuídos, fiquei com muito medo", disse. “Sai de lá escoltada por seis homens, o mais rápido que pude. Mulheres colocavam celulares na minha cara, corriam atrás de mim, para filmar meu rosto chorando. Os policiais tiveram que me levar até a minha casa.”

Agora, é Geise que está enfurecida. “Eu não sou puta, não sou meretriz, e vou voltar para a faculdade. Para mim, é uma questão de hora”, disse. “E não vou mudar o jeito de vestir. Vou continuar usando vestido curto e isso não é nenhum crime.”

Ela disse hoje a uma emissora de tv que a sua família está indignada. “Minha mãe está tomando remédio para se acalmar. São pessoas simples, sem estudos, e é o meu pai que paga a faculdade, e eu não posso perder esse investimento.”

A estudante tem namorado e trabalha das 9h às 14h há um ano e nove meses em um mercadinho perto de casa, em Diadema, cidade vizinha de São Bernardo do Campo. Ganha R$ 410 por mês. Fidel Pereira, 56, seu padrão, diz que ela é uma funcionária exemplar. Depois do tumulto, ela não apareceu no trabalho. “Ela aparece quando quiser”, disse Pereira.

A estudante queixa-se do preconceito não só dos seus colegas, mas também dos professores e funcionários, incluindo os seguranças da escola, porque eles, segundo ela, nada fizeram para impedir o tumulto.

Segundo ela, um dos seguranças disse: ‘Você acha que é bonito o que está fazendo?”. Geise contou que foi quando começou a chorar.

Ela acredita que há professores pressionando a direção da escola para que ela seja expulsa. A universidade abriu uma sindicância para apurar os responsáveis pela confusão.

Só a mãe de Geise compareceu hoje à tarde na reunião marcada pela reitoria da universidade. Inicialmente, a estudante disse que iria, mas, abalada, desistiu. A mãe não disse o que ficou combinado no encontro.
Dezenas de vídeo mostrando o tumulto foram postados no Youtube. A direção da escola está pedindo ao site para que sejam deletados.

Parte dos vídeos reafirma a discriminação à estudante, com xingamentos no título. Outros, a defendem, como um que diz que os estudantes da Uniban são preconceituosos.
[Com informação do Estadão e das emissoras de TV]

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Esta história de BarMan ja era, o negócio é BarGirl! Muito melhor

Muito interessante para os bares que mais mulheres aprendam esta profissão, com certeza irão atrair muito mais clientes, ávidos em provar coquetéis. E que coquetéis!